Entrevista

Helen Quintans, a Amélie Polain dos trópicos

De todos os artistas com quem trabalhei num set de filmagem, Helen Quintans, foi uma das mais generosas que conheci e também uma das mais multitarefas. Na produção de um filme, ela se desdobra em duas, três, e às vezes em quatro funções. É diretora de fotografia, mas também assume a direção de arte, os figurinos e o que precisar mais na produção. Sempre revelando talento, bom gosto.  O cineasta e companheiro dela, Flávio Carnielli, diz que desde conheceu Helen, ele nunca mais teve tédio e desânimo na vida. Casou com ela, e da união, produziram dois longas-metragens e cinco curtas, todos com Helen em piloto multitarefa. Mas agora é a vez dela assinar seu primeiro filme de ficção como cineasta: na verdade, Helen já tinha experimentado a função de direção no documentário “O Entalhe do Sertão” (2018), um curta em que rende homenagem a J. Borges, um dos mais famosos xilógrafos de Pernambuco. O título de seu novo filme é “A Última Transmissão”. E, de cara, ela ganhou o edital do Proac, para realizar esse projeto, inspirado na vida de Brasil de Oliveira, um jornalista esportivo amplamente conhecido no interior de São Paulo.

A produção sacudiu o cotidiano de Campinas em setembro e outubro do ano passado, com cenas que pararam o trânsito no centro da cidade, mobilização de praças, bares e até um estádio de futebol, produzidos para parecem que estavam nos anos 90. Sem contar, as cenas produzidas na Estação de Rádio onde o “Brasa”, apelido carinhoso pelo qual o Brasil era conhecido, trabalhou. Tudo foi armado para que “A Última Transmissão” ficasse do jeito que a Helen desejava.

Abaixo a cineasta nos conta mais um pouco deste projeto, que já está quase pronto, e, nas palavras dela, “redondo” como ela planejava:

Hamilton Rosa Jr. – Helen Quintans, seu cabelo me lembra a Amélie Polain, seus pircengs, a Alabama de “Amor a Queima-Roupa”, e vejo nos seus braços tatuagens com alusões há “Star Trek” e outros filmes. Cinefilia, pra você,  é amor à flor da pele?

Helen Quintans – Acho que sim (risos). No meu perfil eu coloco que sou uma mistura de Amélie Polain com o Dr. House.

HRJ – Dr. House também? Não é muita informação pra uma pessoa só (risos)?

Helen Quintans – Sim! (risos). Você sabe que o Dr. House sofre de dores crônicas por causa do acidente dele, e isso afeta bastante o humor dele. Então eu sofro de fibromialgia e tem dias que as dores me deixam com um humor de cão. Mas também tem dias que eu fico entusiasmada, eufórica e alegre como a Amélie. Então eu estou sempre viajando entre esses dois universos inusitados (risos).

HRJ – Só dois? Tem bem mais de dois universos ilustrados aí, hein, Helen?

Helen Quintans – Meu amor pelo cinema começou bem cedo e, depois quando fui trabalhar, meu primeiro emprego foi como atendente de videolocadora…

HRJ – Atendente que nem o Tarantino?

Helen Quintans – Sim. Essa paixão pelo cinema é de família. Antes de a videolocadora fazer parte do meu dia a dia, meu irmão era atendente. Então, desde pequena, meu acesso a filmes era imenso. Eu olhava para aquelas prateleiras e queria assistir tudo. Claro que nem todo filme eu amava, gostava muito de filme europeu, especialmente francês, mas quando me tornei atendente, eu via de tudo, de comédia pastelão a faroeste.

HRJ – Tá legal. Digamos que eu fosse um cliente chegando à videolocadora. Que sugestões de filmes você, como atendente, me passaria?

Helen Quintans – Ah, primeiro eu conversaria um pouco para descobrir que tipo de filme faria parte do seu perfil. E, acho que pra você eu já indicaria filme de arte e filme cult, porque você leva jeito que segue essa linha. Mas, caso eu errasse, usaria minha intuição pra descobrir. Eu era boa nisso. Sabe que, às vezes, minhas indicações iam além, acabavam sendo formativas… Eu convencia o cliente a experimentar diretores novos, e até tipos de filmes que ele nunca tinha considerado…

HRJ – A videolocadora deve ter sido fundamental para sua formação cinéfila, mas me conta: e a introdução na prática, de filmar, de estar num set? Ela entrou na sua vida por acaso?

Helen Quintans –  Quando eu trabalhava em videlocadora eu jamais pensei em trabalhar num set de filmagem. Tanto que depois que sai, fui estudar moda. O que aconteceu foi que uma coisa foi levando a outra. Primeiro, durante a faculdade, eu senti necessidade de fotografar as peças que eu criava, por isso comprei uma câmera. Daí me apaixonei tanto pela fotografia, que fui fazer um curso de fotografia. Nesse meio tempo, uma amiga, me chamou para trabalhar o figurino de um filme em Paulínia, que por acaso é o “Fórmula Selvagem”, mas naquela época se chamava “O Nascimento de Mary Black”, e foi aí que conheci o Flávio Carnielli. Daí, ele com o olho muito clínico, viu que eu era muito ativa e que podia fazer mais do que ajudar apenas no figurino, e de repente eu tava fazendo a direção de arte do filme.

HRJ – Nos EUA, cada profissional de cinema se responsabiliza por uma função. Sei que você, no entanto, trabalha como figurinista, diretora de arte, já passou a fotografia e foi até atriz. Fez papel de índia num filme. Aliás, às vezes, você faz todas essas funções numa produção. Sem essa coisa de se desdobrar seria possível fazer os filmes que você sonha?

Helen Quintans – Olha, eu sou um pouco centralizadora (risos). Eu leio um roteiro e estabeleço uma ideia sobre o que eu li, que é muito minha, então quando piso num set, quero traduzir o que imaginei. Acontece que nem sempre você consegue ter uma figurinista, uma diretora de arte e uma fotógrafa que entende exatamente, então eu prefiro eu mesmo fazer (risos). É claro, que é desgastante, mas para as produções independentes que a gente roda, é perfeitamente viável.

HRJ – Seu currículo em cinema é de veterana, você já foi essa artista multitarefa em cinco curtas e dois longas e ainda dirigiu um doc, que acho maravilhoso “O  Entalhe do Sertão”, sobre a arte da xilogravura. O quanto a arte nordestina influencia no seu trabalho?

Helen Quintans –  Eu sou a única da família que nasceu em São Paulo. O resto inteiro da minha família é nordestina. Mas eu nasci aqui e morei de pequena na Paraíba. O meu pai é repentista, meu irmão é cordelista, e, puxa, influenciou até na minha alfabetização. Eu aprendi a ler, declamando cordel.  Sabe, eu nunca tive o talento que meu irmão ou meu pai, para fazer rima, mas, eu escrevo minhas coisas, desde pequena.  Eu até imaginava que eu fosse me formar em Letras, trabalhar com Literatura, mas as coisas se encaminharam para outro lado. Claro, isso não quer dizer que a gente perde o que assimilou, eu continuo muito envolvida, continuo lendo cordel, ouço a música nordestina, e percebo que até quando faço minhas opções estéticas, as cores no meu trabalho, sou influenciada por aquela luz, aquele brilho que só o nordeste tem. Me conforta, está entranhada em mim. Lembro que eu acompanhava a família também nas feiras, onde eles cantavam, recitavam cordéis e eu tinha meu momento, nos números de adivinhação. As pessoas levavam objetos para eu adivinhar, e você sabe que nesses espetáculos não tem nada de magia ou sobrenatural, né? (risos). Meu pai combinava comigo, por códigos, palavras, que ele poderia usar para dar pistas para mim do que ele estava segurando.

HRJ – Quantos anos você tinha, quando participava desse show?

Helen Quintans –   Quatro, cinco… Então era o professor Godim, a Madame Creusa e a Menina Prodígio, que por acaso era eu.

HRJ – Caramba, Helen, isso precisava virar filme!

Helen Quintans –  Ah, eu tenho isso em vista. Minha mãe e meu pai viviam muitas aventuras, eles viajavam de cidade em cidade e… Não sei quando, mas eu quero contar essa história da família. Sabe, é engraçado, a minha mãe, diz que o que ela vê eu e o Flávio fazendo em cinema, não deixa de ser parecido com o que eles faziam nas Feiras Nordestinas, e eu acho que ela tem razão.

HRJ – Pois é. O cineasta Flávio Carnielli, que por mero acaso, é seu marido, me contou que você salvou a vida dele. Antes de te conhecer a vida dele era uma bagunça e os filmes dele não tinham outra ambição, a não ser serem trash. E você pôs ele pra arrumar a casa e mostrou que mesmo sem dinheiro e nos cafundós de Paulínia, filmes poderiam ser muito mais elaborados. Você concorda com ele?

Helen Quintans – Todo mundo que nos conhece concorda com isso (risos). Mas o Flávio está sendo generoso, ele tem um trabalho lindo, com uma personalidade forte que é só dele. Antes da gente se conhecer ele já tinha feito um longa-metragem, que eu acho maravilhoso. E é verdade que a gente se apaixonou à primeira vista, mas demorou alguns anos pra gente se acertar. Mas, esse lado bagunceiro ele tem mesmo. Você sabe, homem morando sozinho não liga para algumas coisas…

HRJ – Sim, e aí você pôs a vassoura na mão dele (risos)

Helen Quintans  – É, eu apontei um caminho pra ele (risos). Mas veja, eu comecei trabalhando nos filmes dele e, naturalmente, a partir disso, estabelecemos uma parceira: ele ficava responsável pelo roteiro e a direção, e eu pegava toda a parte estética, da direção de arte ao figurino, da fotografia a iluminação. Então a gente uniu o melhor de cada um para criar e produzir.

HRJ – O Carnielli escreveu o roteiro de “A Última Transmissão” e, em princípio, era um projeto pessoal, que ele pretendia dirigir. No fim das contas, ele abandonou essa ideia e você abraçou o filme. O que você acha que seu olhar trouxe de novo para o roteiro que ele escreveu?

Helen Quintans – Quando eu li o roteiro a primeira vez, eu imaginei um filme com uma veia documentária, mais factual, numa linguagem mais crua. O Flávio queria fazer uma homenagem ao jornalista Brasil de Oliveira trazendo pessoas reais e jogadores ilustres que conviveram com o “Brasa”, e ele estava muito imbuído em resgatar essa linguagem e essa época do esporte que não existe mais. Acho que com minha entrada na direção, esse lado do resgate ainda persiste, mas com uma observação mais delicada. Quem era esse radialista que tinha o nome Brasil de Oliveira? Acho que a visão feminista tem uma investigação diferente, ela se prende a detalhes que um homem não costuma ficar atento. Quando começamos a pesquisar a história do Brasil, em todas as entrevistas, eu pedia para as pessoas que conviveram com o verdadeiro Brasil, me contarem as coisas mais triviais, porque o humano de uma pessoa se sobressai quando ela tropeça, quando ela gagueja. E eu passei isso para o ator Wander Moliani. A gente estava retratando uma pessoa que existiu. E é um desafio fazer justiça, interpretando uma pessoa real. No fim, pedi para ele estudar todas as gravações que a gente conseguiu dos programas de rádio, para ele reproduzir como o homem falava. Também  fiz ele acompanhar todas as entrevistas que fizemos com pessoas que conheceram o Brasil (foram mais de 20), porque queria uma câmera, que em alguns momentos fosse muito íntima, ficasse muito próxima dele. Mas pra fazer isso, o ator tem que estar muito confiante, estudar muito pra passar essa verdade. Outra coisa, não dava pra gente trazer tantos jornalistas e jogadores, por dois motivos: primeiro que seria inviável, você tem que acertar a agenda com todo mundo, e, segundo, você precisa dar tempo de cena para as pessoas, que era algo que não daria num curta-metragem. Então, optamos por condensar esses personagens, pegando elementos de três ou quatro jogadores e colocando em um personagem, três ou quatro jornalistas e criando outro personagem, tudo isso para pra sintetizar a história.

HRJ – Seu interesse por futebol só começou quando você assumiu a direção de “A Última Transmissão” ou você já se interessava pelo assunto?

Helen Quintans – Eu nunca fui uma entusiasta do futebol, mas o Flávio consome muito, ele é bugrino doente (risos)… Da minha parte, fui algumas vezes no campo, mas sempre tentando entender o entusiasmo do torcedor.  E enfim, a conclusão que chego é que, acho que isso é do ser humano, cada um tem algo que venera muito, como eu, por exemplo, tenho isso pelo cinema. Então, quando resolvi fazer o filme, mergulhei nesse universo, buscando ficar íntima de programas esportivos onde pudesse não apenas ver, mas ouvir a linguagem característica e muito específica dos amantes do esporte. E você sabe que houve uma dificuldade interessante, porque a linguagem também muda, evolui. O filme que a gente se preparava para fazer se passava nos anos 90, que não parece tão distante, mas aconteceram muitas mudanças, inclusive de ordem tecnológica. O “Brasa”, que morreu em 1996, era um sujeito analógico. Ele não tinha celular, não tinha computador, ele resistia ao digital, e desafiava todo mundo com sua memória prodigiosa. Qualquer lance acontecido num jogo, às vezes, um registro que ninguém lembrava, ele puxava pela memória. Era um sujeito que manjava muito e sua fama não se limitava a região de Campinas, técnicos da seleção ligavam pra ele, pra perguntar sobre determinados jogadores, e, como articulador,  ele criou um time beneficente, o Sentimento Futebol Clube, que tinha a presença de Sócrates, Raí e até do dramaturgo Plínio Marcos, que amava futebol e era grande amigo do “Brasa”. Ou seja, era outro mundo… tivemos acesso aos equipamento na estação de rádio da época. E, puxa, como era diferente, os microfones, o sistema de transmissão, enfim, fomos nos arquivos da Rádio Central, para buscar acesso aos programas que o Brasil de Oliveira gravava, ouvir o jeito como ele falava, os bordões que  criava…

HRJ – O universo do futebol infelizmente continua sendo muito machista, para fazer esse filme você sofreu algum tipo de preconceito?

Helen Quintans – Gostaria de dizer que não. É verdade que hoje você tem uma seleção feminina de futebol, que, às vezes, faz campanha até melhor que a seleção masculina, você tem comentaristas femininas nos programas de futebol, mas a hora que você entra pra conversar com essa turma, é engraçado. Por mais que eles tentem não mostrar preconceito, você percebe que a galera não fica à vontade. É como se você tivesse entrando num reduto que é particular deles, e você vê gente rindo nervoso. Outra coisa, no processo de produção,  mesmo estando escrito lá que a direção era minha,  que o filme era da Helen Quintans, todo mundo queria se reportar ao Flávio… Então existe um machismo velado ainda, infelizmente.

HRJ – Seu trabalho como fotógrafa de cinema obedece a simetria com extremo rigor. Sua casa, aliás, tem essa mesma arrumação impecável. Sempre foi assim?

Helen Quintans – Ah, eu tenho aflição por coisas assimétricas. Sei que o mundo não tem uma organização e eu respeito o jeito que Deus construiu o mundo, mas quando eu tenho a oportunidade de arrumar a cena, eu gosto de compor tudo de forma harmônica. Em filme meu, você nunca vai ver um quadro sozinho, perdido numa parede. A não ser, é claro, que eu tenho que vender essa ideia de desorganização numa cena.

HRJ – Curioso, essa obsessão sua pelo controle é inversa a do protagonista de “A Última Transmissão”. Brasil de Oliveira era como o futebol brasileiro, driblava a vida e adorava o acaso e à improvisação. Pra você Helen, é isso mesmo, os opostos se atraem?

Helen Quintans – (Risos) Olha, eu entendo e até admiro , por exemplo, uma Pintura Abstrata. Mas não é o que eu trago pra decorar a parede da minha casa. Eu entendo a liberdade da arte sem regras, sem amarras, mas não é algo que me agrada.

HRJ – Quem são seus diretores de cinema favoritos?

Helen Quintans – Eu gosto de diretores bem personalistas. Aqueles que você vê dois minutos de um filme, e percebe, ah, esse filme é do Wes Anderson. A esse outro é do Tim Burton. O primeiro diretor que eu me apaixonei, ainda adolescente, foi o Tarantino. Mas tem muitos outros: o Jean Pierre Jeneut, que fez o Amélie Poulain, o Richard Linklater –  amo a trilogia “Antes do Amanhecer”, “Antes do Por-do-Sol”, “Antes da Meia-Noite”. Ah, adoro também a classiqueira (risos). Os filmes do Fellini, os filmes do Kurosawa. Acho o “Sonhos”, uma obra-prima. Do cinema nacional, eu adoro o cinema do Guel Arraes. Gosto tanto do “Lisbela e o Prisioneiro”, que sei os diálogos de cor. E não tenho preconceito com diretores de blockbusters. Admiro o Peter Jackson, o Spielberg, que acho maravilhoso…

HRJ – Bom, o “A Última Transmissão” está em fase final de edição. Qual é sua expectativa?

Helen Quintans – Estamos na etapa de conclusão, e já está dando para ver a cara da criança. Uma criança, por sinal, que ficou linda (risos). Devemos ter uma cópia pronta em um mês, está faltando só à parte de finalização de som, e estou bem curiosa com o que as pessoas vão achar. A minha preocupação quando eu estava fazendo o filme era: será que vai ter apelo para as pessoas que não sabem nada sobre o Brasil de Oliveira, ou para os que não gostam do esporte? Foi isso que eu busquei. A história do Brasil de Oliveira é trágica. Veja, ele era um sujeito que vivia no meio da multidão, tinha muitos fãs, mas pessoalmente, era uma pessoa muito só. Então eu queria que isso visualmente fosse bem palpável no decorrer do filme, por isso ele começa como uma figura filmada muito de perto e, com o desenvolvimento, ele vai ficando cada vez mais diminuto, andando pela cidade até quase ser engolido.

HRJ – Qual a duração do filme?

Helen Quintans – Está com 15 minutos, mas acho que o resultado ficou muito intenso, e penso que é o tempo suficiente para as pessoas se emocionarem com a história desse homem, que adotou o nome de seu país, Brasil de Oliveira.

HRJ – E quando poderemos ver “A Última Transmissão”?

Helen Quintans – Estamos estudando ainda como faremos o lançamento em cinema, mas certamente haverá algumas sessões em maio ou junho, e devemos, em seguida, levá-lo para os festivais.

Hamilton Rosa Jr. é jornalista atuante há mais de 30 anos na mídia. Foi crítico de cinema na Folha da Tarde e Folha de S. Paulo, editor das revistas Ver Vídeo, DVD News e criador do blog Cinelog. Idealizou e dirigiu o programa de TV Mundo do Cinema. De 2005 pra cá, passou a direção de cena onde mantém-se em atividade rodando comerciais e filmes corporativos. Dirigiu quatro curtas: “Desencanto” (2016), “Sua Excelência” (2017), "Abelha Rainha" (2019) e "TRALA LAND" (2020). Tem três novos projetos em desenvolvimento para cinema e TV: o curta "ATRIZ", a ficção "A Máquina" e a comédia "Amores Perfeitos".

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